O canto da igreja “em saída” : uma releitura da Evangelii Gaudium à luz do magnificat
A presente dissertação de mestrado O Canto da Igreja “em saída” realiza uma releitura da Exortação apostólica Evangelii Gaudium à luz do Magnificat (Lc 1,46-55) em perspectiva eclesiológica. Na primeira parte, apresenta-se um estudo hermenêutico sobre a figura bíblica de Maria de Nazaré, sobre a nar...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.pucrs.br:tede/10766 |
| Acceso en línea: | https://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/10766 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Magnificat Evangelii Gaudium Papa Francisco Igreja “em saída” Pope Francis Church “which goes forth” CIENCIAS HUMANAS::TEOLOGIA |
| Sumario: | A presente dissertação de mestrado O Canto da Igreja “em saída” realiza uma releitura da Exortação apostólica Evangelii Gaudium à luz do Magnificat (Lc 1,46-55) em perspectiva eclesiológica. Na primeira parte, apresenta-se um estudo hermenêutico sobre a figura bíblica de Maria de Nazaré, sobre a narrativa da visitação (Lc 1,39-45) e o próprio canto do Magnificat. Na segunda parte, investiga-se a gênese e as raízes teológicas do pensamento do Papa Francisco. Trata-se de uma eclesiologia que valoriza o mistério da Encarnação, a fé inculturada, a vocação materna da Igreja e a piedade popular. Aprofunda-se os quatro princípios apresentados por Francisco na EG: o tempo é superior ao espaço; a unidade prevalece sobre o conflito; a realidade é mais importante que a ideia; e o todo é superior à parte. A dialética de Francisco é apresentada na pesquisa como “visão poliédrica da realidade”, através da qual, se torna possível superar a polarização, respeitando-se as diferenças. Na terceira parte, destaca-se o papel decisivo que o Espírito Santo exerce na eclesiologia de Francisco, quer seja na mística popular ou no caminho sinodal da Igreja. Busca-se, à luz do Magnificat, indicar aplicações da EG nas dimensões pastoral, social e planetária; e demonstrar que não há ruputra entre alegria e profecia, entre louvor e compromisso social. Aborda-se questões pastorais concretas e propõe-se a conversão ecológica e a evangelização inclusiva como caminhos pastorais para a Igreja “em saída” do século XXI. Ao final, com base na pesquisa realizada sobre a EG e o Magnificat, oferece-se, brevemente, algumas contribuições a respeito das comunidades eclesiais misionárias. |
|---|