Antropologia da cidade: lugares, situações, movimentos

A compreensão do mundo contemporâneo tem sido um desafio instigante para a antropologia e a delimitação de subáreas, bem como o distanciamento entre elas, vem alterando de forma terminante o próprio fazer antropológico. Michel Agier não hesita em afirmar: “(...) não há duas antropologias, mas sim ma...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Urbe, Ponto
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Ponto Urbe
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/217284
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/pontourbe/article/view/217284
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:cidades
antropologia urbana
espaço urbano
teoria antropológica
Michel Agier
Descripción
Sumario:A compreensão do mundo contemporâneo tem sido um desafio instigante para a antropologia e a delimitação de subáreas, bem como o distanciamento entre elas, vem alterando de forma terminante o próprio fazer antropológico. Michel Agier não hesita em afirmar: “(...) não há duas antropologias, mas sim maneiras diferentes de fazer antropologia com objetos diferentes e, portanto, campos diferentes, maneiras de pesquisar diferentes” (p.192). A antropologia da cidade pode, assim, ultrapassar os domínios de uma antropologia urbana e alcançar o pensamento antropológico mais geral, e assim enriquecer teórica e metodologicamente a própria disciplina. Nesse sentido, faz-se necessário avaliar os potenciais e limites da contribuição da antropologia da cidade para um debate mais abrangente da própria antropologia, procurando, a partir dos estudos urbanos, mas para além de barreiras disciplinares, novos modos de ler estas realidades complexas. Ao mesmo tempo, devemos examinar as contribuições que a antropologia traz para a redefinição das cidades e das etnografias urbanas na investigação das práticas culturais contemporâneas.