Edifício Alcântara: paisagens, ruínas e memória em Viçosa (MG)
As cidades brasileiras, como apontam Ana Luiza Carvalho da Rocha e Cornelia Eckert, mergulham-se em um emaranhado de tempos descontínuos, experienciados coletiva e cotidianamente por seus habitantes. Essas experiências criam reinvenções da matéria e reconfiguram suas paisagens através de um...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Ponto Urbe |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/217774 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/pontourbe/article/view/217774 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Antropologia Antropologia Urbana Ciências Sociais Ponto Urbe |
| Sumario: | As cidades brasileiras, como apontam Ana Luiza Carvalho da Rocha e Cornelia Eckert, mergulham-se em um emaranhado de tempos descontínuos, experienciados coletiva e cotidianamente por seus habitantes. Essas experiências criam reinvenções da matéria e reconfiguram suas paisagens através de uma sensibilidade coletiva. Tais paisagens demonstram um acúmulo de variedades temporais, configurando-se de maneira indócil, o que contribui “para que os territórios das cidades brasileiras sempre fujam aos modos das épocas específicas nas quais suas edificações se originaram, resultando disto as imagens de uma cidade-ruína, sobreposição de fragmentos de formas espaço-temporais distintas” (Rocha; Eckert 2013:195). |
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