A MEMÓRIA ENQUANTO RECURSO PEDAGÓGICO NO BANQUETE DE PLATÃO

O diálogo Banquete, escrito por volta de 384 a.C., está entre as obras mais conhecidas do filósofo Platão e versa a respeito de Eros e do amor homoerótico masculino praticado em Atenas durante o período clássico. O contexto escolhido pelo filósofo para ambientar sua obra foi um jantar ocorrido na ca...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Neres de Sousa, Luana
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Repositorio:Phoînix (Rio de Janeiro. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/61987
Acceso en línea:https://revistas.ufrj.br/index.php/phoinix/article/view/61987
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Banquete
Platão
Memória
Educação
Atenas
Descripción
Sumario:O diálogo Banquete, escrito por volta de 384 a.C., está entre as obras mais conhecidas do filósofo Platão e versa a respeito de Eros e do amor homoerótico masculino praticado em Atenas durante o período clássico. O contexto escolhido pelo filósofo para ambientar sua obra foi um jantar ocorrido na casa do poeta Agatão em comemoração à sua vitória em um concurso de tragédias no ano de 416 a.C. O objetivo deste artigo é analisar como Platão utiliza a memória enquanto um recurso pedagógico no Banquete para a exposição de seus valores acerca do relacionamento entre erastés e erómenos. Para isso, realizamos um debate bibliográfico sobre o conceito de memória e, em seguida, nos dedicamos à análise da maneira como Platão converte a memória em um instrumento educativo para expressar seu pensamento aos seus leitores.