Análise do impacto da insatisfação com a imagem corporal em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica em hospital público no Distrito Federal
Objetivo: Compreender o distúrbio de imagem corporal em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica.Métodos:Estudo epidemiológico transversal, descritivo de caráter retrospectivo e prospectivo de pacientes submetidos à cirurgia bariátrica em hospital público do Distrito Federal, entre os anos de 2018...
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2024 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Centro de Ensino de Brasília (UNICEUB) |
| Repository: | Repositório Institucional do UniCEUB |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.uniceub.br:prefix/17517 |
| Online Access: | https://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/prefix/17517 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Cirurgia bariátrica Imagem corporal Transtornos de imagem corporal |
| Summary: | Objetivo: Compreender o distúrbio de imagem corporal em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica.Métodos:Estudo epidemiológico transversal, descritivo de caráter retrospectivo e prospectivo de pacientes submetidos à cirurgia bariátrica em hospital público do Distrito Federal, entre os anos de 2018 à 2022. Para a obtenção dos dados foi utilizado o Google for education forms, composto pela Escala de Medida de Imagem Corporal, composta por 23 itens e com uma pontuação que varia de 23 a 115 pontos. Após a coleta, a análise dos dados foi realizada pelo software Microsoft Excel. Resultados:O presente estudo contou com a participação de 31 pacientes, maioria do sexo feminino. Por meio da Escala, obteve-se uma média de 75,8 pontos nas perguntas sobre apresentação corporal, ideal corporal teve uma média de 80,63 e, por fim, realidade corporal com média de 74,85 pontos. A média geral da pontuação independente dos grupos de perguntas e anos girou em torno de 58,26. Conclusão:Apartir do estudo foi possível perceber estatisticamente uma Imagem Corporal mais negativa, tanto naqueles que fizeram a cirurgia há mais tempo, quanto nos que fizeram mais recentemente, o que reforça a importância do acompanhamento multidisciplinar longitudinal. |
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