Carga de doença no Brasil e suas regiões, 2008

No presente estudo, o DALY (anos de vida perdidos ajustados por incapacidade), indicador de estudos de carga de doença, foi estimado para o Brasil em 2008. Entre os principais resultados, observam-se maior carga de doença no Norte e Nordeste e preponderância das doenças crônicas não transmissíveis e...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Leite, Iuri da Costa, Valente, Joaquim Gonçalves, Schramm, Joyce Mendes de Andrade, Daumas, Regina Paiva, Rodrigues, Roberto do Nascimento, Santos, Maria de Fátima, Oliveira, Andreia Ferreira de, Silva, Raulino Sabino da, Campos, Mônica Rodrigues, Mota, Jurema Corrêa da
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/28480
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/28480
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Anos de Vida Perdidos por Incapacidade
DALY
Mortalidade
Disability-Adjusted Life Years
Mortality
Años de Vida Perdidos por Incapacidad
Mortalidad
03 Saúde e Bem-Estar
Descripción
Sumario:No presente estudo, o DALY (anos de vida perdidos ajustados por incapacidade), indicador de estudos de carga de doença, foi estimado para o Brasil em 2008. Entre os principais resultados, observam-se maior carga de doença no Norte e Nordeste e preponderância das doenças crônicas não transmissíveis em todas as regiões do país, em particular as doenças cardiovasculares, os transtornos mentais, com destaque para a depressão, o diabetes e a doença pulmonar obstrutiva crônica. Também chama a atenção a elevada carga dos homicídios e dos acidentes de trânsito. O perfil epidemiológico apresenta-se ainda mais complexo quando se considera a carga não desprezível das doenças transmissíveis, das condições maternas, das condições perinatais e das deficiências nutricionais. As análises empreendidas ao longo do estudo possibilitaram conhecer de forma mais detalhada o status de saúde da população, evidenciando a demanda por ações transversais, que vão além de políticas específicas circunscritas à área de saúde, bem como a necessidade de ampliar o escopo de preocupação com a qualidade das informações sobre morbimortalidade no Brasil.