Gênero, conflito e violência: trajetórias femininas no romance O alegre canto da perdiz, de Paulina Chiziane
Esta dissertação analisou o romance O Alegre Canto da Perdiz, da escritora moçambicana Paulina Chiziane. A discussão se desenvolve em torno da vida das personagens e dos contextos das relações entre dominadores e dominados em que será apresentada temáticas de gênero, violência, raça, assimilação, op...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Amazonas (UFAM) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFAM |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:https://tede.ufam.edu.br/handle/:tede/8814 |
| Acceso en línea: | https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/8814 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Literatura moçambicana - História e crítica Violência contra as mulheres na literatura LINGUISTICA, LETRAS E ARTES: LETRAS LINGUISTICA, LETRAS E ARTES: LETRAS: LITERATURAS ESTRANGEIRAS MODERNAS LINGUISTICA, LETRAS E ARTES: LINGUISTICA LINGUISTICA, LETRAS E ARTES: ARTES Violência Literatura moçambicana Colonização Mulheres Silenciamento |
| Sumario: | Esta dissertação analisou o romance O Alegre Canto da Perdiz, da escritora moçambicana Paulina Chiziane. A discussão se desenvolve em torno da vida das personagens e dos contextos das relações entre dominadores e dominados em que será apresentada temáticas de gênero, violência, raça, assimilação, opressão colonial. As situações de conflito e violência que acontecem a partir das relações de gênero podem servir como base para a dominação social, elas são agravadas quando elaboradas dentro de sociedades patriarcais e coloniais. O romance apresenta o ser feminino em contato com masculinidades, e os homens terão a sua dominação constantemente reforçada pelo Estado, pela família e pela cultura, mas a narrativa mostra mulheres que se desvencilham desses destinos submissos. Para o aprofundamento da análise recorremos às reflexões levantadas por Michel Foucault, Pierre Bourdieu, Judith Butler, Joan Scott, Signe Arnfred, Jaime Ginzburg, Francisco Noa e José Luiz Cabaço. |
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