Estudo das respostas auditivas de estado estável em um novo protocolo (1000, 2000, 4000 e 8000 Hz)
A resposta auditiva de estado estável (RAEE) tem sido apontada como uma técnica promissora para avaliar a audição de pacientes que não cooperam espontaneamente na determinação dos limiares auditivos. Entretanto, não existe consenso sobre protocolos de diagnóstico clínico utilizando a RAEE. Assim sen...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/13148 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13148 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Potenciais evocados auditivos Audição Audiometria |
| Sumario: | A resposta auditiva de estado estável (RAEE) tem sido apontada como uma técnica promissora para avaliar a audição de pacientes que não cooperam espontaneamente na determinação dos limiares auditivos. Entretanto, não existe consenso sobre protocolos de diagnóstico clínico utilizando a RAEE. Assim sendo, a técnica ainda precisa ser aprimorada para que apresente resultados padronizados e protocolos que possam ser reproduzidos em populações clínicas. O objetivo principal deste estudo é analisar as respostas auditivas de estado estável em um novo protocolo (1000, 2000, 4000 e 8000 Hz). Trata-se um estudo de corte transversal, descritivo e analítico. Foram avaliados 10 adultos, com audição normal e sem queixas otológicas. Os pacientes foram submetidos à anamnese, à inspeção do meato acústico externo e audiometria tonal limiar. Em seguida, realizou-se avaliação das RAEE nas frequências de 1000, 2000, 4000, e 8000 Hz. A diferença entre os limiares (em dB NA) obtidos em ambos os exames para cada frequência testada foi de 13 dB para 1000 Hz, 8 dB para 2000 Hz, 7 dB para 4000Hz e 2 dB para 8000Hz, com limiares mais elevados na RAEE, em todas as frequências. Não houve diferenças estatisticamente significativas entre as médias para cada frequência testada. Os resultados demonstraram a viabilidade de avaliação a partir de um novo protocolo e que estas respostas são correlacionáveis com os limiares audiométricos, permitindo acrescentar informações essenciais para preenchimento de questionamentos existentes a respeito do assunto, contribuindo para a melhor compreensão de aspectos teóricos que possam auxiliar a evolução da técnica. |
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