A interpretação simbólica de 666 face a Ap 7,4-8 e aos Doze Apóstolos

Diante do problema do número 666 (Ap 13,18), a maioria dos intér-pretes modernos opta pela explicação gemátrica ou simbólica. Este artigo expõe as dificuldades internas, os erros e os acertos destas explicações. Como resultado da análise se conclui que a conjugação de ambas as interpretações é uma s...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Funari, Pedro Paulo Abreu, 1959-, Valdez, Adylson
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositório:Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp
Idioma:português
OAI Identifier:oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1419327
Acesso em linha:https://hdl.handle.net/20.500.12733/28246
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Artigo original
Apostasia
Apóstolos
Doze tribos de Israel
Apostasy
Apostles
Twelve tribes of Israel
Descrição
Resumo:Diante do problema do número 666 (Ap 13,18), a maioria dos intér-pretes modernos opta pela explicação gemátrica ou simbólica. Este artigo expõe as dificuldades internas, os erros e os acertos destas explicações. Como resultado da análise se conclui que a conjugação de ambas as interpretações é uma solução viável, não só pelo fato de que o autor do Apocalipse utiliza a cifra para ocultar um nome, mas também porque o número 666 indica claramente os antagonistas dos verdadeiros cristãos. A análise da lista das Doze Tribos de Israel (Ap 7,4-8), em conjunto com a lista dos Doze Apóstolos, confirma este padrão de pensamento simbólico e tipológico