Registro do impacto e resultados clínicos em pacientes submetidos ao fechamento percutâneo do forame oval patente na prevenção secundária de acidente vascular encefálico isquêmico
Fundamento: O forame oval permanece pérvio em cerca de 25% da população adulta. Na vida adulta, trombos se formam na circulação venosa e podem atravessar o septo interatrial e desencadear um acidente vascular encefálico isquêmico - fenômeno chamado de embolia paradoxal. O tratamento pode ser realiza...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/258594 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/258594 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | AVC isquêmico Forame oval Septo interatrial Prevenção secundária Resultado do tratamento Ischemic stroke Foramen ovale Atrial septum |
| Sumario: | Fundamento: O forame oval permanece pérvio em cerca de 25% da população adulta. Na vida adulta, trombos se formam na circulação venosa e podem atravessar o septo interatrial e desencadear um acidente vascular encefálico isquêmico - fenômeno chamado de embolia paradoxal. O tratamento pode ser realizado através do fechamento percutâneo do FOP, porém ainda é pouco realizado no Brasil por não estar disponível na rede pública e há escassa literatura em estudos de vida real para mostrar a reprodutibilidade dos ensaios clínicos. Métodos: Este estudo é uma coorte retrospectiva onde foram incluídos 121 pacientes submetidos ao fechamento percutâneo do FOP para profilaxia secundária de acidente vascular encefálico isquêmico entre janeiro de 2012 e junho de 2022. Resultados: Observamos idade média de 50.3 anos e a maioria do sexo feminino. O shunt interatrial grave foi observado em 82.6% e a presença de aneurisma de septo atrial em 84.2%. Após 6 meses do procedimento, nenhum paciente permaneceu com shunt residual. Não houve complicações hemorrágicas ou vasculares graves. A recidiva de novo evento cerebrovascular isquêmico ocorreu em 1,6% dos pacientes. Conclusão: Observamos uma recidiva de novos eventos neurológicos isquêmicos muito baixa e ausência de complicações graves associadas ao procedimento. |
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