Da coexistência à existência: a cidade Santuário de Canindé-CE
O presente artigo analisa a cidade de Canindé-CE a partir das experiências cotidianas de seus citadinos, o que deu origem a duas perspectivas distintas, porém complementares acerca da referida cidade: a coexistência de duas cidades ‒ a cidade habitual e a cidade do romeiro ‒ condicionando a existênc...
| Autores: | , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) |
| Repositorio: | Ágora (Santa Cruz do Sul. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.online.unisc.br:article/11295 |
| Acceso en línea: | https://seer.unisc.br/index.php/agora/article/view/11295 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cidade Canindé-CE Interrelação |
| Sumario: | O presente artigo analisa a cidade de Canindé-CE a partir das experiências cotidianas de seus citadinos, o que deu origem a duas perspectivas distintas, porém complementares acerca da referida cidade: a coexistência de duas cidades ‒ a cidade habitual e a cidade do romeiro ‒ condicionando a existência da cidade de Canindé-CE, cada uma com suas respectivas características, porém interrelacionadas. Ou seja, essas duas cidades proporcionam no tempo e no espaço a manutenção da cidade santuário de Canindé-CE, de suas atividades e de seu comércio. Como referencial teórico, utilizou-se da dissertação de mestrado intitulada "Canindé é quando dé: trabalho e recompensa" de autoria de Lima (2016), considerando ainda outras leituras do arcabouço da Geografia Cultural, especialmente da coleção "Geografia Cultural" de organização de Zeny Rosendahl e Roberto Lobato Correa. Valeu-se, portanto, da reflexão e problematização desta dissertação à produção deste artigo, sobretudo do conteúdo relacionado ao tema proposto. A coexistência de ambas cidades é necessária à manutenção das atividades religiosas na cidade santuário de Canindé-CE. Tais cidades estão interrelacionadas e coabitam o imaginário popular. São cidades frutos das experiências construídas por cada grupo de indivíduos (moradores e romeiros), dentro de suas respectivas atividades e função social. |
|---|