Papéis da conexina 43 e panexina 1 durante o processo de carcinogênese do cólon
O Câncer Colorretal (CCR) é o quarto tipo de câncer mais incidente e terceiro mais letal no mundo. Sua etiologia é multifatorial, predominantemente esporádica e está associada ao estilo de vida do paciente. O início dessa doença é morfologicamente caracterizado pelo desenvolvimento de lesões pré-neo...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/243627 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/243627 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Câncer colorretal Adenoma colorretal Focos de criptas aberrantes Conexina 43 Panexina 1 Camundongo C57BL/6J 1,2-dimetilhidrazina Cólon (Anatomia) - Câncer Proteínas de membrana Carcinogênese |
| Sumario: | O Câncer Colorretal (CCR) é o quarto tipo de câncer mais incidente e terceiro mais letal no mundo. Sua etiologia é multifatorial, predominantemente esporádica e está associada ao estilo de vida do paciente. O início dessa doença é morfologicamente caracterizado pelo desenvolvimento de lesões pré-neoplásicas: focos de criptas aberrantes (FCA), que evoluem para adenomas e posteriormente para o CCR. A Conexina 43 (Cx43) e a Panexina 1 (Panx1) são proteínas formadoras de hemicanais envolvidos em diferentes funções biológicas, além de ambas poderem atuar estimulando ou inibindo a carcinogênese, conforme o tipo e estágio do câncer. No entanto, pouco se sabe sobre a ação dessas proteínas no CCR, onde suas funções ainda devem ser compreendidas. Portanto, este trabalho avaliou o papel da Cx43 e da Panx1 sob os estágios iniciais da carcinogênese colorretal. Para tanto, fêmeas de camundongos da linhagem C57BL/6J heterozigotos para Cx43+/- , knockout (KO) para Panx1-/- ou wild type, foram submetidas a um modelo de carcinogênese colorretal quimicamente induzida por seis aplicações intraperitoneais de 1,2-dimetilhidrazina (DMH, 20 mg/kg). Os animais foram eutanasiados oito horas (semana 7) ou 30 semanas (semana 37) após a última aplicação de DMH, tempo estipulado para avaliar a toxicidade colônica subaguda e o desenvolvimento de lesões (pré)neoplásicas, respectivamente. Na semana 7, a deficiência em Cx43 não promoveu alterações colônicas pelos efeitos deletérios induzidos pela DMH, enquanto que o KO para Panx1 aumentou a genotoxicidade em sangue periférico, os níveis de malondialdeído no cólon e a apoptose nas criptas colônicas. Na semana 37, os camundongos Cx43+/- apresentaram um aumento na multiplicidade de FCA, mas nenhuma alteração foi observada quanto a incidência, multiplicidade, volume, proliferação, crescimento e na imunoexpressão da β-catenina em adenomas colorretais. Já os animais Panx1-/- apresentaram aumento no número médio de criptas aberrantes (CA), FCA e na multiplicidade de CA/FCA. Similar aos resultados encontrados, a avaliação in silico de adenomas humanos não revelou correlação da expressão da Cx43 com marcadores de proliferação, apoptose e β-catenina. Os resultados indicam um papel discreto da Cx43 e um possível papel protetivo da Panx1 nos estágios iniciais da carcinogênese colorretal quimicamente induzida em camundongos. |
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