Aristóteles e o princípio de bivalência
Um grande número de intérpretes considera que Aristóteles só pode refutar o argumento necessitarista do capítulo 9 do De Interpretatione restringindo a validade do Princípio de Bivalência. O presente artigo pretende mostrar que, mediante a necessária temporalização do Princípio e sua adequada compre...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2005 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/142343 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/142343 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Aristóteles, 384-322 A.C Filosofia antiga Filosofia grega Necessitarismo Princípio da bivalência Temporalidade (Filosofia) Aristotle Necessitarianism Principle of Bivalence Temporality |
| Sumario: | Um grande número de intérpretes considera que Aristóteles só pode refutar o argumento necessitarista do capítulo 9 do De Interpretatione restringindo a validade do Princípio de Bivalência. O presente artigo pretende mostrar que, mediante a necessária temporalização do Princípio e sua adequada compreensão, ele preserva sua validade universal. Pretende ainda identificar a natureza da falácia que conduz à limitação do Princípio. |
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