O transhumanismo e a questão antropológica
Quando nos detemos à querela recente sobre o enhancement, especialmente àquela que tem colocado em lados opostos bioconservadores e transhumanistas, não pode passar despercebido que pressuposições e mesmo concepções muito ingênuas sobre o homem se encontram no fundo do debate. No estudo que apresent...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) |
| Repositorio: | Revista de Filosofia Aurora (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.pucpr.br:article/26156 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.pucpr.br/aurora/article/view/26156 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Transhumanismo transhumanistas ioconservadores natureza humana |
| Sumario: | Quando nos detemos à querela recente sobre o enhancement, especialmente àquela que tem colocado em lados opostos bioconservadores e transhumanistas, não pode passar despercebido que pressuposições e mesmo concepções muito ingênuas sobre o homem se encontram no fundo do debate. No estudo que apresentaremos, buscaremos mostrar duas teses: antes de tudo, tentaremos evidenciar que tal querela formada em torno do enhancement é uma reformulação da querela que outrora envolveu a arte alquímica nos tempos medievais e renascentistas – arte cujo impulso deu grande influxo ao ideal prático-transformador da ciência. Em segundo lugar, mostraremos que a atual controvérsia em torno do transhumanismo padece, em termos ontológicos, de problemas semelhantes àqueles que atormentavam o debate sobre aquela antiga arte. Por fim, deixaremos, entretanto, indicado que o esclarecimento das questões ontológicas envolvidas em tal controvérsia não eliminam necessariamente outras questões de ordem ética e política, as quais precisam certamente de um estudo complementar. |
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