EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SEUS ESTRANGEIROS
O presente trabalho tenciona estimular o debate sobre as diferenças na teoria e prática da Educação Ambiental (EA). Apesar de serem admitidas no discurso acadêmico não são de fato aceitas no cotidiano da EA brasileira. Calcados em referencial teórico, particularmente, do contexto da pós-modernidade,...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande (FURG) |
| Repositorio: | Remea - Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.furg.br:article/3310 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.furg.br/remea/article/view/3310 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | educação ambiental grupos antagônicos eventos internacionais Brasil. |
| Resumo: | O presente trabalho tenciona estimular o debate sobre as diferenças na teoria e prática da Educação Ambiental (EA). Apesar de serem admitidas no discurso acadêmico não são de fato aceitas no cotidiano da EA brasileira. Calcados em referencial teórico, particularmente, do contexto da pós-modernidade, é feita breve reflexão, partindo da observação das atividades de dois eventos importantes no contexto da EA internacional que ocorreram no Brasil. Verificou-se que há no seio da EA um campo de tensionamento próprio do movimento de consolidação dessa atividade no Brasil. Tal movimento gerou antagonismos que produziram modos diferentes de olhar o contexto da EA. Assim, é estimulado um debate urgente entre as diferentes correntes da EA brasileira com o fim de encarar esta questão e estabelecer estratégias para resolvê-la. |
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