Associação entre o padrão alimentar e a densidade mineral óssea de mulheres menopausadas com osteoporose
Introdução: A osteoporose requer estratégias para prevenir sua progressão, garantindo melhores condições de vida aos pacientes. Padrões alimentares fornecem informações sobre a influência da dieta global, contribuindo para o cuidado desses indivíduos. Objetivo: Investigar a associação entre o padrão...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-21102014-105421 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-21102014-105421/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Bone Mineral Density Densidade Mineral Óssea Diet Dieta Dietary Pattern Osteoporose Osteoporosis Padrão Alimentar |
| Sumario: | Introdução: A osteoporose requer estratégias para prevenir sua progressão, garantindo melhores condições de vida aos pacientes. Padrões alimentares fornecem informações sobre a influência da dieta global, contribuindo para o cuidado desses indivíduos. Objetivo: Investigar a associação entre o padrão alimentar e a densidade mineral óssea de mulheres menopausadas com osteoporose. Métodos: Trata-se de estudo transversal com 156 mulheres (> 45 anos), atendidas em ambulatório da cidade de São Paulo, Brasil. Densidade Mineral Óssea (DMO; g/cm2) da coluna (CL), fêmur total (FT), colo do fêmur (CF) e corpo total (CT) foram obtidas por absorciometria de feixe duplo. Peso (kg), estatura (m), Índice de Massa Corporal (IMC; kg/m2), gordura corporal (g), massa magra (g) e informações sobre os hábitos de vida também foram obtidos. A dieta foi avaliada por registro alimentar de 3 dias. Os padrões alimentares (PA) foram derivados via análise fatorial por componentes principais a partir de 13 grupos de alimentos. Utilizou-se regressão linear múltipla ajustada para ingestão energética e de cálcio, idade, tempo de menopausa e massa magra. Também foi conduzida ANOVA Two-way para avaliar a associação integrada dos PA com o IMC sobre a DMO, seguida de regressão linear estratificada pelas categorias de IMC. Adotou-se significância de 5 por cento . Resultados: Obteve-se 5 PA: 1) Saudável (frutas, hortaliças, tubérculos e raízes); 2) Carne vermelha e cereais refinados; 3) Laticínios magros; 4) Doces, café e chás; e 5) Ocidental (sucos artificiais, refrigerantes, snacks, pizzas, tortas e gorduras). O padrão Doces, café e chás foi inversamente associado à DMO do FT ( = -0.178; CI 95 por cento : -0.039 - -0.000) e à DMO do CT ( = -0,320; CI 95 por cento : -0,059 - -0,017). O padrão Saudável apresentou associação positiva com a DMO do FT entre as mulheres com IMC normal ( = 0,251; CI 95 por cento : 0,002 0,056). Conclusão: Uma dieta com elevada ingestão de doces, café e chás teve associação negativa com a DMO do fêmur e corpo total, enquanto o PA Saudável foi positivamente associado à DMO do fêmur entre aquelas com IMC normal. |
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