Expressão da proteína p53 em 106 adenomas pleomórficos de glândula salivar maior
INTRODUÇÃO E OBJETIVO: O adenoma pleomórfico (AP) é o tumor das glândulas salivares mais comum. A parótida é o sítio anatômico mais frequente. Características clínicas e microscópicas são bem conhecidas, entretanto sua patogênese ainda é incerta, como a expressão de oncogenes e fatores que influenci...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) |
| Repositorio: | Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:scielo:S1676-24442009000400007 |
| Acceso en línea: | http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1676-24442009000400007 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Adenoma pleomórfico Glândulas salivares maiores Transformação maligna p53 Neoplasia de glândula salivar |
| Sumario: | INTRODUÇÃO E OBJETIVO: O adenoma pleomórfico (AP) é o tumor das glândulas salivares mais comum. A parótida é o sítio anatômico mais frequente. Características clínicas e microscópicas são bem conhecidas, entretanto sua patogênese ainda é incerta, como a expressão de oncogenes e fatores que influenciam a transformação maligna. O objetivo deste estudo foi analisar e correlacionar os aspectos histopatológicos indicativos de transformação maligna de AP de glândula salivar maior, com a expressão da proteína p53 nesses tumores. MATERIAL E MÉTODO: Foram avaliados 106 casos de AP por pesquisa retrospectiva nos prontuários clínicos, revisão das preparações histológicas em hematoxilina e eosina (HE) e realização de técnica imuno-histoquímica, pelo método da estreptoavidina-biotina, utilizando o anticorpo primário anti-p53. RESULTADOS: Alterações histopatológicas relacionadas com a transformação maligna foram incomuns: hialinização extensa (5; 4,7%) e necrose (1; 0,9%). Houve positividade para a proteína p53 em 25 dos 106 casos estudados (23,58%). O arranjo histológico das células dos tumores considerados positivos para p53 foi principalmente dos tipos ductal (92%; 23) e cordonal (88%; 22). Não houve associação estatisticamente significante entre a positividade para o p53 e as variáveis histopatológicas, em comparação com os casos negativos: quantidade e tipo de matriz extracelular; alterações teciduais sugestivas de transformação maligna e metaplasia. CONCLUSÃO: Poucos casos que exibiram expressão para p53 apresentaram algum tipo de alteração morfológica sugestiva de malignidade, e a correlação entre a imunoexpressão da proteína p53 e a presença de alteração sugestiva de transformação maligna não foi estatisticamente significante, sugerindo que a expressão dessa proteína nesses tumores independe dessas características. |
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