A relativização da coisa julgada no direito de família no âmbito do Supremo Tribunal Federal

O presente ensaio tem como objetivo analisar a possibilidade da relativização da coisa julgada material nas ações de investigação de paternidade onde não houve a realização do exame de DNA, uma vez que o referido exame é prova fundamental para a designação da paternidade. Sendo assim, partimos da an...

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Detalhes bibliográficos
Autor: ÁLVARES, LAÍS BOTELHO OLIVEIRA
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Recursos:Instituto Vianna Júnior (IVJ)
Repositorio:Vianna Sapiens
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.viannasapiens.emnuvens.com.br:article/339
Acesso em linha:https://www.viannasapiens.com.br/revista/article/view/339
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:COISA JULGADA; SEGURANÇA JURÍDICA; RELATIVIZAÇÃO; INVESTIGAÇÃO DE PATERNIDADE
Coisa Julgada
Descrição
Resumo:O presente ensaio tem como objetivo analisar a possibilidade da relativização da coisa julgada material nas ações de investigação de paternidade onde não houve a realização do exame de DNA, uma vez que o referido exame é prova fundamental para a designação da paternidade. Sendo assim, partimos da análise do RE n° 363.889, no qual o Supremo Tribunal Federal decidiu sobre a relativização da coisa julgada para possibilitar que um indivíduo ingresse novamente com demanda em face de seu suposto pai, a fim de descobrir sua verdadeira identidade biológica. Está-se diante de um hard case onde a solução só poderá ser encontrada através do método de ponderação de valores como o da segurança jurídica e o da dignidade humana.