EVALI em adolescentes: alterações resultantes da utilização de cigarros eletrônicos nessa faixa etária

Os cigarros eletrônicos, também conhecidos como “vape”, “pod”, e outros nomes, se instauraram no Brasil como uma opção atrativa entre adolescentes. Inicialmente, o principal objetivo era utilizá-lo como uma alternativa ao cigarro convencional, porém, transformou-se em mais uma via de entrada para o...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Oliveira, Amanda Távora, Silva, Décio Fragata da, Luna, Beatriz Caldas de, Cunha, Isadora Valentina dos Santos, Lima, Angela Santos, Toledo , Yasmin Melo, Matias, Laís Costa, Farias, Mariana Guimarães Nolasco
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Repositorio:Research, Society and Development
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/35250
Acceso en línea:https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/35250
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Electronic Nicotine Delivery Systems
Vaping
Adolescent.
Sistemas Eletrônicos de Liberação de Nicotina
Adolescente.
Sistemas Electrónicos de Liberación de Nicotina
Adolescente
Vapeo.
Descripción
Sumario:Os cigarros eletrônicos, também conhecidos como “vape”, “pod”, e outros nomes, se instauraram no Brasil como uma opção atrativa entre adolescentes. Inicialmente, o principal objetivo era utilizá-lo como uma alternativa ao cigarro convencional, porém, transformou-se em mais uma via de entrada para o uso do cigarro e outras drogas. O objetivo é esclarecer os possíveis quadros clínicos advindos do uso de cigarro eletrônico em adolescentes, dos 12-19 anos, encaixando-se na doença E-VALI. Essa é uma revisão de literatura, realizada no período de abril-julho de 2022 pela busca das palavras-chave por meio das bases eletrônicas de dados: Scielo, MEDLINE (via PubMed), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Como critérios de inclusão, foram utilizados artigos entre o ano de 2019 a julho de 2022, contendo os descritores acima, sem restrição de território. No total, 31 artigos foram utilizados para esta revisão. Discussão: O quadro clínico descrito pelos autores pode variar desde sintomas respiratórios, como tosse, dispneia e falta de ar, a sintomas gastrointestinais, como diarreia, dor abdominal e vômitos, além de convulsões provavelmente associadas ao uso desses dispositivos eletrônicos. Apesar de sua venda ser proibida no Brasil desde 2009, o cigarro eletrônico se instaurou facilmente entre adolescentes e jovens adultos. Mais estudos brasileiros são necessários para identificar precocemente outros possíveis efeitos adversos deste tipo de cigarro. Também é essencial que a população alvo tenha acesso à informação sobre as consequências resultantes do uso de “vape”.