Arquitetura e sociedade em São Paulo 1956 - 1968: projetos de Brasil moderno

A dissertação tem por objeto de estudo as relações estabelecidas entre arquitetura e sociedade em São Paulo de 1956 a 1968, do ponto de vista dos diferentes projetos de Brasil moderno vigentes naqueles anos. Através da análise de alguns dos principais textos e projetos da produção em questão, e da p...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Alves, André Augusto de Almeida
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2003
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-05052025-113042
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16131/tde-05052025-113042/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:ARQUITETURA MODERNA -- BRASIL
ARQUITETURA MODERNA -- SÃO PAULO(SP)
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Descripción
Sumario:A dissertação tem por objeto de estudo as relações estabelecidas entre arquitetura e sociedade em São Paulo de 1956 a 1968, do ponto de vista dos diferentes projetos de Brasil moderno vigentes naqueles anos. Através da análise de alguns dos principais textos e projetos da produção em questão, e da produção historiográfica sobre a arquitetura moderna paulista, efetua-se uma leitura da percepção que os arquitetos tinham de seu papel social, enquanto agentes responsáveis pela modernização do país. Partindo de uma visão global do processo de modernização brasileiro no segundo pós-guerra, a primeira parte do trabalho, \"O projeto intermediador\", dirige-se à produção de um conjunto de arquitetos que viam na industrialização e na urbanização, entre outras transformações por que passava a sociedade, Uíl\') processo ao qual o arquiteto deveria contribuir respondendo às novas demandas utilizando-se da ciência e das novas técnicas surgidas no seio da sociedade. Dentre estes arquitetos, situam-se Warchavchik, Costa, Levi, Kneese de Mello, Bratke, além dos arquitetos da loja Branco & Preto. A segunda parte do trabalho, \"O projeto transformador\", dedica-se à produção de outro grupo que, marcado pela atitude de esquerda, vê sua atuação como instrumento de reorientação do processo de modernização. Explicitando claramente as relações entre arquitetura e política, são eles: Artigas, Niemayer e Lina Bo Bardi, bem como Flávio Moita e Luis Saia. A terceira parte, \"Impasse no projeto transformador\" focaliza o debate estabelecido no interior das esquerdas na década de 1960, especialmente entre Artigas e Império, Ferro e Lefêvre, através da crítica e das propostas elaboradas por este trio de arquitetos.