El aspecto físico y las repercusiones en la calidad de vida y autonomía de personas mayores afectadas por la lepra

hanseníase, aliada ao processo de envelhecimento, traz alterações físicas que interferem na dependência e autonomia. O objetivo foi avaliar o aspecto físico e as repercussões na qualidade de vida e autonomia de idosos afetados por hanseníase. Estudo descritivo, de abordagem quantitativa, com 60 idos...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Viana, Lucian da Silva, Aguiar, Maria Isis Freire de, Vasconcelos, Patrícia Freire, Aquino, Dorlene Maria Cardoso
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Idioma:español
OAI Identifier:oai:repositorio.ufc.br:riufc/23226
Acesso em linha:http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/23226
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Idoso
Hanseníase
Autonomia Pessoal
Descrição
Resumo:hanseníase, aliada ao processo de envelhecimento, traz alterações físicas que interferem na dependência e autonomia. O objetivo foi avaliar o aspecto físico e as repercussões na qualidade de vida e autonomia de idosos afetados por hanseníase. Estudo descritivo, de abordagem quantitativa, com 60 idosos em dois Centros de Reabilitação em São Luís - MA. Utilizou-se o Domínio Físico do WHOQOL – bref e as Facetas “Habilidades Sensoriais” e “Autonomia” do WHOQOL – OLD, da Organização Mundial de Saúde. Observou-se problemas com dor/desconforto (31,6%), fadiga (21,6%) e sono/repouso (23,3%), atuando na incapacidade para locomoção (23,3%), realização de atividades diárias (16,6%) e trabalho (33,3%), bem como relacionados à dependência de medicamentos/tratamentos (56,6%). A qualidade de vida foi alterada por perdas sensoriais (33,3%), bem como a capacidade de realizar atividades (28,3%) e interagir com pessoas (23,3%). No que tange a autonomia, a maioria dos idosos se sentia livre para tomar decisões (53,3%) e sentia-se respeitada por tomá-las (55,0%), embora afirmasse não realizar tudo o que deseja (38,3%). Assim, conclui-se que a doença, diante do processo de senescência e/ou senilidade, pode ter contribuído negativamente sobre os aspectos físicos e qualidade de vida dos idosos.