A construção do herói e do vilão: uma análise semiótica do discurso político de Fernando Collor de Mello

Este trabalho tem como tema a construção do herói e do vilão no discurso político, mais especialmente no discurso de Fernando Collor de Mello, com base, principalmente, na teoria semiótica de linha francesa e a metodologia desenvolvidas por Algirdas J. Greimas e, no Brasil, por Diana Luz Pessoa de B...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Goto, Ana Claudia Dale Vedove
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2015
País:Brasil
Recursos:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)
Repositório:Repositório Digital do Mackenzie
Idioma:português
OAI Identifier:oai:dspace.mackenzie.br:10899/25343
Acesso em linha:http://dspace.mackenzie.br/handle/10899/25343
Access Level:Acesso embargado
Palavra-chave:discurso político
semiótica
herói
vilão
papel da mídia
political discourse
semiotics
hero
villain
CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS
Descrição
Resumo:Este trabalho tem como tema a construção do herói e do vilão no discurso político, mais especialmente no discurso de Fernando Collor de Mello, com base, principalmente, na teoria semiótica de linha francesa e a metodologia desenvolvidas por Algirdas J. Greimas e, no Brasil, por Diana Luz Pessoa de Barros e José Luiz Fiorin. Os objetivos são: examinar as estratégias narrativas e discursivas utilizadas como mecanismos de persuasão no discurso político; entre essas estratégias, mostrar os recursos utilizados na construção da figura do herói; verificar as relações intertextuais e interdiscursivas presentes nos textos e que constroem o contexto sóciohistórico e ideológico dos discursos; examinar o papel da construção do herói no discurso político; e verificar como Collor se construiu como herói e como a mídia contribuiu para criar a imagem de herói adotada pelo político até chegar à presidência, e de vilão, quando passou a ser investigado por crime de corrupção. O material analisado é constituído dos discursos deposse de Fernando Collor como presidente da República, em 1990, e como senador, em 2007, além de duas capas da revista Veja, em que o político foi destaque, e de alguns registros dos principais meios de comunicação impressa da época. Com a análise linguístico-discursiva, foi possível traçar o percurso do herói poderoso em oposição.