Uma flor africana: literatura infanto-juvenil brasileira e relações étnico-raciais
O presente artigo trata das possíveis relações entre a literatura infanto-juvenil brasileira contemporânea e a questão das relações étnico-raciais, destacando aspectos relacionados não apenas à discriminação racial, mas também à contribuição da cultura africana para cultura e história brasileiras. T...
| Autores: | , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Alagoas (UFAL) |
| Repositorio: | Revista Leitura (Maceió. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.seer.ufal.br:article/2316 |
| Acceso en línea: | https://www.seer.ufal.br/index.php/revistaleitura/article/view/2316 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Literatura infanto-juvenil relações étnico-raciais racismo lei 10.639/03 André Neves Literatura Infanto-Juvenil |
| Sumario: | O presente artigo trata das possíveis relações entre a literatura infanto-juvenil brasileira contemporânea e a questão das relações étnico-raciais, destacando aspectos relacionados não apenas à discriminação racial, mas também à contribuição da cultura africana para cultura e história brasileiras. Trata-se de uma discussão que se insere no contexto normativo da lei 10.639/03, mas principalmente numa ampla reflexão histórica sobre a formação da sociedade brasileira e da contribuição, para essa formação, da cultura de matriz africana. Diante desse quadro, propomos exemplificar como essas relações e esses fatos se concretizam no âmbito da literatura com a análise do livro Obax (2010), de André Neves. DOI: 10.28998/2317-9945.2015v2n56p74-87 |
|---|