Estética e política : o cinema outsider de Jim Jarmusch
Esta dissertação é um estudo sobre a relação entre estética e política na filmografia de Jim Jarmusch, expoente do cinema independente americano. Jarmusch construiu uma visão crítica singular sobre o American way of life ao longo de sua carreira. A análise fílmica (AUMONT; MARIE, 2009) será utilizad...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.pucrs.br:tede/9581 |
| Acceso en línea: | http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/9581 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Jim Jarmusch American Way of Life Outsiders Subjetividade Neoliberal Neoliberal Subjectivity CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO |
| Sumario: | Esta dissertação é um estudo sobre a relação entre estética e política na filmografia de Jim Jarmusch, expoente do cinema independente americano. Jarmusch construiu uma visão crítica singular sobre o American way of life ao longo de sua carreira. A análise fílmica (AUMONT; MARIE, 2009) será utilizada para investigar como os seus filmes compõem contraposições às “imagens modelares” (CUNHA, 2017) do American way of life e representam modos de vida outsiders (BECKER, 2009). A metodologia também será aplicada para investigar como os espaços vazios (DELEUZE, 1990) em seus filmes funcionam como um dispositivo formalartístico (KING, 2005). Na perspectiva política, essa escolha opera como uma forma de contraposição à subjetividade neoliberal (DARDOT; LAVAL, 2016) que começou a se fortalecer na década de 1980. Trata-se de um modelo crítico que possui uma eficácia que passa pela distância estética, conforme descrito por Jacques Rancière em O Espectador Emancipado (2012). Além disso, observa-se que as narrativas analisadas representam a nação estadunidense em sua complexidade de comunidade imaginada (ANDERSON, 1989), para além da projeção midiática de discursos hegemônicos sobre o modo de vida americano. |
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