Nutritional evaluation of children with chronic cholestatic disease
Objetivo Avaliar o estado nutricional de crianças com colestase persistente e comparar os índices antropométricos entre crianças com e sem cirrose hepática e crianças com e sem icterícia. Métodos Foram incluídas crianças com colestase persistente, ou seja, aumento da bilirrubina direta ou alterações...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/40017 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/1843/40017 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Neonatal cholestasis Doença hepática crônica Nutrição Antropometria |
| Sumario: | Objetivo Avaliar o estado nutricional de crianças com colestase persistente e comparar os índices antropométricos entre crianças com e sem cirrose hepática e crianças com e sem icterícia. Métodos Foram incluídas crianças com colestase persistente, ou seja, aumento da bilirrubina direta ou alterações na enzima canalicular gama-glutamil transferase (GGT). As medidas antropométricas foram peso (P), altura ou comprimento (C), circunferência do braço (CA), dobra cutânea tricipital (PT), circunferência muscular do braço (CMB) e índice de massa corporal (IMC). Resultados Foram avaliadas 91 crianças com colestase, com idade média atual de 12 meses. Índices P/idade (A) e E/I abaixo de -2 escores Z foram observados em 33% e 30,8% dos pacientes, respectivamente. Em relação ao índice P/E e IMC, apenas 12% e 16% dos pacientes, respectivamente, estavam abaixo de -2 escores Z. Em relação à CA, 43,8% dos 89 pacientes avaliados apresentaram alguma depleção. Observando o TT, 64% dos pacientes apresentaram depleção e 71,1% dos 45 pacientes avaliados apresentaram algum grau de depleção quanto ao índice ACM. Conclusão A avaliação do peso em pacientes com hepatopatias crônicas pode superestimar o estado nutricional devido a visceromegalia, edema subclínico ou ascite. Índices que correlacionam peso e altura, como P/E e IMC, também podem não apresentar depleção devido à condição crônica em que há depleção de peso e altura. TST, AC e ACM são parâmetros que melhor estimam o estado nutricional e devem fazer parte do manejo de pacientes com hepatopatias e colestase. |
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