Manejo terapêutico medicamentoso do Lúpus eritematoso sistêmico na gestação

O estudo objetiva analisar as drogas de primeira escolha para manter a inatividade do lúpus eritematoso sistêmico (LES) na gestação e para controlar possíveis “flares” provocadas pela exacerbação hormonal no período gestacional. Consiste em uma revisão integrativa de publicações indexadas na U.S. Na...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Souza, Clara Beatriz Costa, de Araújo, Daniele Kelle Lopes, de Sousa, Milena Nunes Alves
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2022
Country:Brasil
Institution:Universidade de Araraquara (UNIARA)
Repository:Revista Brasileira Multidisciplinar
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:ojs.revistarebram.com:article/1570
Online Access:http://revistarebram.com/index.php/revistauniara/article/view/1570
Access Level:Open access
Keyword:lúpus eritematoso sistêmico
gestação
tratamento.
Description
Summary:O estudo objetiva analisar as drogas de primeira escolha para manter a inatividade do lúpus eritematoso sistêmico (LES) na gestação e para controlar possíveis “flares” provocadas pela exacerbação hormonal no período gestacional. Consiste em uma revisão integrativa de publicações indexadas na U.S. National Library of Medicine (PUBMED), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Scientific Electronic Library Online (SCIELO). Com artigos selecionados a partir dos Descritores Controlados em Ciências da Saúde (DeCS) lúpus eritematoso sistêmico, gestação e tratamento. Constatou-se que a redução das complicações do LES na gestação está relacionada com a inatividade da doença. Esse resultado pode ser alcançado através de medicações, dentre elas a hidroxicloroquina que é uma droga segura e eficiente na prevenção de atividade de doença e deve ser utilizada durante toda a gestação. Além disso, outras medicações podem ser usadas parar tratar “flares” e outras comorbidades associadas. Esse tratamento deve ser realizado com um aconselhamento pré-natal, atendimento médico coordenado e unidade neonatal bem estruturada. Para que assim, haja um controle de doença e desfechos positivos para mãe e feto.