A urdidura espacial do capital e do trabalho no cerrado do sudoeste goiano
As transformações espaciais, decorrentes das mudanças aceleradas pela reestruturação produtiva do capital, promoveram uma efervescência política no campo brasileiro, propiciando uma agudização das contradições e redefinindo a gestão societária do capital e do trabalho. A retomada dos movimentos soci...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2004 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/102964 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/102964 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Camponeses Movimentos sociais rurais Cerrados Geografia do trabalho Camponeses e trabalhadores da terra Social movements |
| Sumario: | As transformações espaciais, decorrentes das mudanças aceleradas pela reestruturação produtiva do capital, promoveram uma efervescência política no campo brasileiro, propiciando uma agudização das contradições e redefinindo a gestão societária do capital e do trabalho. A retomada dos movimentos sociais na luta pela terra significa a possibilidade de milhares de famílias desterritorializadas de se reterritorializar na efetiva realização da reforma agrária. A estratégia do capital se concretiza em novas formas de controle social, mas as alterações no conteúdo das classes sociais forjadas no enfrentamento do capital e do trabalho, implicam em novas (re)arrumações espaciais, produto-produtor da contradição viva e, portanto, condição potencial para a emancipação social. A pesquisa está centrada na geografia do trabalho – a essência do Homem – a hominização criadora e potenciadora das ações humanas rumo à emancipação social – sendo tratada não enquanto uma nova corrente do pensamento geográfico, mas enquanto um “outro olhar” sobre a realidade social, enxergando “por dentro” as contradições, as clivagens e as fraturas a partir da territorialização do capital e do trabalho no Cerrado do Sudeste Goiano. A relação com o meio-ambiente sofre brusca alteração, principalmente nas áreas de chapadas, até então pouco “aproveitadas”, pois apresentavam solos pouco férteis para cultivos intensivos e excesso de água no período chuvoso, o que dificultava as atividades agrícolas. Os chegantes, portadores do “progresso”, utilizam o aparato técnico e tecnológico disponível, mediante a disponibilização de pesquisas científicas... |
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