Videothoracoscopic surgery before and after chest tube drainage for children with complicated parapneumonic effusion

Objetivos: Avaliar a eficácia da cirurgia torácica vídeoassistida no tratamento de derrame pleural parapneumônico complicado e determinar se há diferença no resultado da cirurgia torácica vídeoassistida realizada antes ou depois da drenagem torácica. Métodos: Analisamos retrospectivamente prontuário...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Knebel, Rogério, Fraga, José Carlos Soares de, Amantea, Sergio Luis, Isolan, Paola Maria Brolin Santis
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/196645
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/196645
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Criança
Empiema pleural
Derrame pleural
Cirurgia torácica vídeoassistida
Drenagem
Pleural empyema
Complicated parapneumonic pleural effusion
Thoracic surgery
Videothoracoscopic surgery
Chest tube drainage
Child
Descripción
Sumario:Objetivos: Avaliar a eficácia da cirurgia torácica vídeoassistida no tratamento de derrame pleural parapneumônico complicado e determinar se há diferença no resultado da cirurgia torácica vídeoassistida realizada antes ou depois da drenagem torácica. Métodos: Analisamos retrospectivamente prontuários médicos de 79 crianças (idade média de35 meses) submetidas a cirurgia torácica vídeoassistida de janeiro de 2000 a dezembro de 2011. O mesmo algoritmo de tratamento foi utilizado no manejo de todos os pacientes. Os pacientes foram divididos em dois grupos: o Grupo 1 foi submetido a cirurgia torácica vídeoassistida como procedimento inicial; o Grupo 2 foi submetido a cirurgia torácica vídeoassistida após drenagem torácica prévia. Resultados: A cirurgia torácica vídeoassistida foi eficaz em 73 crianças (92,4%); as outras seis(7,6%) necessitaram outro procedimento. Sessenta pacientes (75,9%) foram diretamente submetidos a cirurgia torácica vídeoassistida (Grupo 1) e 19 (24%) foram primeiramente submetidos a drenagem torácica (Grupo 2). A cirurgia torácica vídeoassistida primária foi associada à redução do tempo de internação (p = 0,05), do tempo para resolução (p = 0,024) e do tempo com o tubo torácico (p < 0,001). Contudo, não houve diferença entre os grupos a respeito do tempo até que não tivessem mais febre, do tempo com o tubo torácico e do tempo de internação após a cirurgia torácica vídeoassistida. Não foram observadas diferenças entre os grupos comrelação à necessidade de cirurgia adicional e à presença de complicações. Conclusões: A cirurgia torácica vídeoassistida é um procedimento altamente eficaz para tratar crianças com derrame pleural parapneumônico complicado. Quando a cirurgia torácica vídeoassistida é indicada na presença de loculações (fase II ou fibrinopurulenta) não há diferença no tempo de melhora clínica e no tempo de internação entre os pacientes com ou sem drenagemtorácica antes da cirurgia torácica vídeoassistida.