A quantitative analysis of collocations in Brazilian and British students' academic writing
A língua é formulaica por natureza, o que significa que a redação adequada vai além do conhecimento de palavras isoladas. O objetivo deste artigo é analisar a diferença quantitativa do uso de colocações da Academic Collocation List (ACL) em dois corpora acadêmicos, o British Academic Written English...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/203584 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/203584 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Colocação Língua inglesa Linguística Escrita acadêmica Collocations Academic English Academic collocation list BAWE BrAWE |
| Sumario: | A língua é formulaica por natureza, o que significa que a redação adequada vai além do conhecimento de palavras isoladas. O objetivo deste artigo é analisar a diferença quantitativa do uso de colocações da Academic Collocation List (ACL) em dois corpora acadêmicos, o British Academic Written English (BAWE) e o Brazilian Academic Written English (BrAWE). Para realizar essa análise, utilizamos a Linguística de Corpus como metodologia. Os resultados apontam que poucas colocações do ACL se mostraram estatisticamente significativas quando investigamos o corpus BrAWE em comparação com o BAWE, indicando que os brasileiros utilizam as colocações acadêmicas de forma adequada quando comparados aos britânicos. Esta pesquisa ressalta a importância do foco em colocações nos contextos de ensino de inglês acadêmico, uma vez que elas ajudam a garantir a convencionalidade no uso da língua. Além disso, observamos que britânicos e brasileiros usam colocações acadêmicas que não estão necessariamente presentes na ACL, sugerindo um possível descompasso entre o que é prescrito e o que é realmente usado na linguagem autêntica. |
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