Comportamenti a rischio legati all'uso indiscriminato di integratori alimentari in vigorexos

Objetivo: analisar a associação entre vigorexia e o uso indiscriminado de suplemento alimentar. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo transversal, epidemiológico, descritivo e inferencial com abordagem quantitativa e abrangência municipal em academias. A amostra foi selecionada por meio de uma...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, Alison, Gonçalves, Sheila Michelly Almeida, Lima , Ingryd Feliciano, Lima , Samira Tatiane Gomes de, Santiago, Fátima Larissa, Oliveira, Luciano Machado Ferreira Tenório de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX)
Repositorio:Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.rbpfex.com.br:article/2208
Acceso en línea:https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2208
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Nutritional supplements
Body image
Muscle dysmorphia
Resistance training
Feeding behavior
Suplementos nutricionales
Imagen corporal
Vigorexia
Entrenamiento de resistencia
Comportamiento alimentario
Integratori alimentari
Immagine corporea
Vigoressia
Allenamento di resistenza
Comportamento alimentare
Suplementos nutricionais
Imagem corporal
Treinamento de resistência
Comportamento alimentar
Treino de resistência
Descripción
Sumario:Objetivo: analisar a associação entre vigorexia e o uso indiscriminado de suplemento alimentar. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo transversal, epidemiológico, descritivo e inferencial com abordagem quantitativa e abrangência municipal em academias. A amostra foi selecionada por meio de uma estratégia de amostragem aleatória de cluster. Utilizou-se o questionário muscle appearance satisfaction scale para avaliar a vigorexia e foram testados os Indicadores de reprodutibilidade das perguntas referentes aos comportamentos de risco (0,61 a 1,00). O teste do qui-quadrado e a regressão logística binária foram utilizados nas análises dos dados. Resultados: A amostra final foi de 449 alunos (25±6 anos). A prevalência de pessoas com um Risco alto de vigorexia foi de 30,1%, valores maiores entre os rapazes (36,9% versus. 24,7%% p=0,002) e naquelas pessoas com um menor grau de escolaridade (36,6% versus. 16,4%% p=0,001). Os suplementos mais usados são proteína e/ou aminoácidos (89,3%) e creatina (18,4%) respectivamente e seu uso não tem associação com o nível socioeconômico (p=0,664). Aqueles classificados com um alto risco de vigorexia fazem mais dieta sem a orientação de um nutricionista (p=0,009) e utilizam uma maior quantidade de suplementos alimentares associados (três ou mais) (OR:2,01IC95%:1,27-3,15, p=0,003). Conclusão: Os homens têm mais chances de serem classificados como vigorexos e a falta de informação pode aumentar essas chances. O menor poder aquisitivo não diminui o uso de suplementos alimentares e aqueles com um alto risco de vigorexia realizam mais dietas e usam excessivamente mais suplementos alimentares sem a orientação de um nutricionista.