O anticomunismo da Igreja Católica na Paraíba republicana: práticas para "desmaterializar" o operariado (1917-1935).

o presente trabalho buscou problematizar o papel desempenhado pela Igreja Católica paraibana enquanto matriz agenciadora de representações e ações sobre o comunismo e os comunistas na Paraíba, entre o início do século XX e o ano de 1935. Assim, é possível que a preocupação da Igreja Católica paraiba...

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Detalhes bibliográficos
Autor: CAVALCANTE NETO, Faustino Teatino.
Tipo de documento: capítulo de livro
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2024
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Repositório:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
Idioma:português
OAI Identifier:oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/34654
Acesso em linha:https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/34654
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Anticonunismo e Igreja Católica
Igreja Católica e Anticomunismo - Paraíba
Paraíba republicana
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Cultura política
História da Paraíba e política
Igreja católica e política - Paraíba
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Jornal a União - Paraíba
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Iglesia católica y política - Paraíba
Iglesia católica en Paraíba - anticomunismo
História.
Descrição
Resumo:o presente trabalho buscou problematizar o papel desempenhado pela Igreja Católica paraibana enquanto matriz agenciadora de representações e ações sobre o comunismo e os comunistas na Paraíba, entre o início do século XX e o ano de 1935. Assim, é possível que a preocupação da Igreja Católica paraibana frente ao socialismo tenha se verificado pelo fato de que o mesmo já começara a ser divulgado no estado nos primeiros anos de 1900, por meio “(...) de um grupo autônomo de militantes que defendia essas posições, carregadas de ‘ecletismo político’ e de ‘socialismo utópico’” (PORFÍRIO, 2003, p. 22). Outro indício que pode ser base para pensarmos a presença das ideias socialistas na Paraíba por aqueles anos é a “(...) participação paraibana no II Congresso Socialista em 1902, (...)” (RUBIM, 1983, p. 35).9 Gurjão (1994, p. 40) também destaca que a primeira greve realizada na Paraíba foi a dos funcionários da Great Western na última semana de janeiro deste mesmo ano (1902), o que pode sinalizar uma possível preocupação por parte da Igreja Católica com os riscos de propagação de tais princípios no estado.