Siegmunds Liebeslied: presença da ópera no gênero fantasia no século XIX
O objeto de análise desse artigo é a Fantasia Siegmunds Liebeslied Op. 143, do compositor alemão Gustav Lange (1830-1889). Nesta obra é claramente identificável o encadeamento de temas da ópera Die Walküre, de Richard Wagner. A execução e análise (motívica, estrutural, rítmica e textural) da Fantasi...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) |
| Repositorio: | DAPesquisa |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai::article/14029 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.udesc.br/index.php/dapesquisa/article/view/14029 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | ópera fantasia música de salão piano Gustav Lange |
| Sumario: | O objeto de análise desse artigo é a Fantasia Siegmunds Liebeslied Op. 143, do compositor alemão Gustav Lange (1830-1889). Nesta obra é claramente identificável o encadeamento de temas da ópera Die Walküre, de Richard Wagner. A execução e análise (motívica, estrutural, rítmica e textural) da Fantasia de Lange têm por objetivo identificar e relacionar elementos musicais e sócio-culturais vinculados à ópera com as composições instrumentais feitas por virtuoses do piano e executadas nos salões burgueses. Na peça em questão, a sonoridade orquestral da ópera é transferida para o piano por meio de uma engenhosa “redução” pianística. Podemos identificar ainda a utilização de efeitos brilhantes característicos do pianismo romântico, tais como escalas, arpejos, cruzamento de mãos, alternância de dinâmicas e intensidades, entre outros, que, somados à citação de motivos operísticos de gosto popular, proporcionam desafios para o intérprete e interesse para os ouvintes. |
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