Ascite por helmintose e compactação gástrica em muar: relato de caso

A ascite em equídeos é rara, a ocorrência desta pode estar relacionada a distúrbios fisiológicos, como afecções hepáticas ou renais, enteropatias, dieta pobre em proteína e desequilíbrio hidroeletrolítico. O tratamento requer raciocínio clínico, exames laboratoriais e um protocolo terapêutico, uma v...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Maranhão, Ana Carolina Pontes de Miranda; Universidade Federal Rural do Semi-árido, Raphael, Ulisses Barbosa; Médico Veterinário, Medeiros, Jéssica Monteiro Queiroz de; 3 Médica Veterinária autônoma, Oliveira, Nielma Gabrielle Fidelis; 4 Médica Veterinária autônoma, Teixeira, Luisa Gouvêa; Universidade Federal da Bahia, Pimentel, Muriel Lustosa; Centro Universitário CESMAC
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Revista brasileira de higiene e sanidade animal
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.higieneanimal.ufc.br:article/658
Acceso en línea:http://www.higieneanimal.ufc.br/seer/index.php/higieneanimal/article/view/658
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sonda de foley, Helminto, Hipoalbuminemia.
Descripción
Sumario:A ascite em equídeos é rara, a ocorrência desta pode estar relacionada a distúrbios fisiológicos, como afecções hepáticas ou renais, enteropatias, dieta pobre em proteína e desequilíbrio hidroeletrolítico. O tratamento requer raciocínio clínico, exames laboratoriais e um protocolo terapêutico, uma vez que o acúmulo excessivo de líquido na cavidade abdominal, dificulta a execução dos movimentos respiratórios, podendo causar apatia, inapetência e óbito. A partir do presente estudo, objetivou-se relatar o atendimento de uma mula com 18 meses de idade, internada em uma Clínica Escola, apresentando sinais de abdômen agudo e aumento do perímetro abdominal. Após avaliação clínica do paciente e avaliação laboratorial do líquido peritoneal e fezes, concluiu-se que esta apresentava ascite, ocasionada por helmintose seguida de hipoproteinemia. O tratamento consistiu de terapia de suporte, antibiótico, anti-inflamatório, vermifugação e drenagem do líquido ascítico. Após 12 dias a mula recebeu alta. O quadro de ascite encontrado neste animal foi justificado pelos resultados dos exames, uma vez que os manejos nutricional e sanitário eram precários. O tratamento de suporte, reposição hidroeletrolítica e drenagem do líquido peritoneal excedente foram fundamentais. A ascite é possível de ser revertida, desde que a conduta clínica e protocolo terapêutico sejam específicos e de acordo com os resultados laboratoriais.