Movimentos de ir e vir entre a feira e a academia : aspectos etnomatemáticos da posicionalidade de um feirante.

Um objetivo importante desse artigo teórico é a discussão sobre os conhecimentos matemáticos êmicos desenvolvidos por um feirante durante a realização de suas práticas laborais da comercialização de produtos hortifrutigranjeiros. Outro objetivo é discutir como essas práticas podem enriquecer os conc...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Cortes, Diego Pereira de Oliveira, Orey, Daniel Clark, Rosa, Milton
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Repositorio:Repositório Institucional da UFOP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufop.br:123456789/11374
Acceso en línea:http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/11374
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Conhecimento êmico
Etnomodelagem
Emic knowledge
Ethnomodelling
Descripción
Sumario:Um objetivo importante desse artigo teórico é a discussão sobre os conhecimentos matemáticos êmicos desenvolvidos por um feirante durante a realização de suas práticas laborais da comercialização de produtos hortifrutigranjeiros. Outro objetivo é discutir como essas práticas podem enriquecer os conceitos matemáticos desenvolvidos no ambiente escolar. Ressaltamos que os dados empíricos utilizados nesse trabalho foram obtidos com a condução de uma pesquisa de Mestrado Profissional em Educação Matemática, cuja dissertação intitulada Re-significando os conceitos de função um Estudo Misto para entender as contribuições da Abordagem Dialógica da Etnomodelagem, que foi realizada na Universidade Federal de Ouro Preto. A fundamentação teórica apoia-se, principalmente, nos estudos de Etnomodelagem desenvolvidos por Rosa e Orey (2012), na concepção de posicionalidade de D’Olne Campos (2000) e, também, no Programa Etnomatemática como proposto por D’Ambrosio (1990). Nesse sentido, as pesquisas em Etnomodelagem podem possibilitar uma interação entre os conhecimentos matemáticos desenvolvidos fora do ambiente escolar (feirante) e dentro da escola (alunos), ampliando as visões de mundo por meio do respeito mútuo e da valorização das diferenças culturais.