Métodos de diagnóstico em Fasciola hepatica (Trematoda: Fasciolidae)
Este trabalho objetivou estudar métodos de diagnóstico e controle de Fasciola hepatica em ruminantes, além de fornecer informações sobre a dinâmica populacional de Lymnaea columella. Na primeira etapa do trabalho, entre novembro de 2010 e junho de 2013, moluscos da espécie L. columella foram coletad...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRRJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/9763 |
| Acceso en línea: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/9763 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | fasciolose Lymnaea columella epidemiologia fasciolosis epidemiology Medicina Veterinária |
| Sumario: | Este trabalho objetivou estudar métodos de diagnóstico e controle de Fasciola hepatica em ruminantes, além de fornecer informações sobre a dinâmica populacional de Lymnaea columella. Na primeira etapa do trabalho, entre novembro de 2010 e junho de 2013, moluscos da espécie L. columella foram coletados em cinco diferentes pontos e correlacionados a dados meteorológicos como precipitação e temperatura. Não houve diferença entre o número médio de moluscos nas estações do ano. A segunda etapa do trabalho envolveu a comparação da técnica de sedimentação descrita por Foreyt (2005) com técnica de quatro tamises proposta por Girão; Ueno (1985) com infecção artificial de fezes de bovinos com ovos de F. hepatica, para diagnóstico quantitativo deste parasito. Após análise estatística a técnica de sedimentação apresentou resultado superior com maiores percentuais de recuperação além de possui menor custo e ser de mais fácil execução que a técnica de tamisação. Na terceira e última etapa deste trabalho, exemplares adultos de F. hepatica foram coletados de ovinos previamente tratados com albendazole e de um ovino controle. Os tempos de avaliação foram 48, 72 e 96 horas pós-tratamento. Os parasitos foram processados por meio de técnica histopatológica e avaliados quanto à alterações no aparelho reprodutor masculino. Observou-se que no decorrer do tempo de avaliação houve alterações significativas nas células espermatogênicas as quais incluem: rarefação celular, apoptose com células apresentando características de picnose e cariorrexe e, consequentemente, diminuição da produção de espermatozoides, além de vacuolização intra e extracelular. Estes resultados demonstram que o albendazole alterou a produção de espermatozoides o que interfere da produção de ovos de F. hepatica, demonstrando a eficácia do mesmo neste experimento. Estudos de sazonalidade do hospedeiro intermediário de F. hepatica, que contribuem para a escolha da melhor técnica diagnóstica deste parasito e que demonstrem eficácia e/ou resistência de medicamento são essenciais para que se estabeleçam em cada região programas estratégicos eficazes para o controle da fasciolose. |
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