Evidence of abnormal returns in Bovespa IPOs from 2004 to 2007: an event study

A pesquisa aqui relatada teve como objetivo detectar anomalias na precificação das ações nos processos de Initial Public Offering (IPO - Oferta Pública Inicial) no mercado de capitais brasileiro. O tema apresenta importância crescente em face do progressivo aumento no número de investidores individu...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Silva, José Milton Almeida da, Famá, Rubens
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2011
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositório:Revista de Administração (São Paulo)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/44534
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/rausp/article/view/44534
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:mercado de capitais brasileiro
IPO
estudo de evento
retornos anormais
mercado de capitales brasileño
estudio de evento
rendimientos anormales
Brazilian capital market
IPOs
event study
abnormal returns
Descrição
Resumo:A pesquisa aqui relatada teve como objetivo detectar anomalias na precificação das ações nos processos de Initial Public Offering (IPO - Oferta Pública Inicial) no mercado de capitais brasileiro. O tema apresenta importância crescente em face do progressivo aumento no número de investidores individuais e de empresas que estão abrindo o capital na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Foi aplicado estudo de evento para a mensuração de retornos anormais em carteiras compostas por amostras entre 23 e 98 ações de um total de 106 IPOs realizados entre 2004 e 2007, abrangendo as cotações das ações no período de janeiro de 2004 a junho de 2008. Os resultados empíricos apresentaram evidências de sobrevalorização nos preços das ações no primeiro dia de negociação, com retornos anormais entre 4,80% e 9,26%, seguida de significativas quedas nas cotações subsequentes. Os retornos anormais médios acumulados, excluído o retorno do 1° dia, atingiram -11,52% no final do sexto mês, -16,60% no final do 12º mês e -41,79% no final do 24º mês, evidenciando relevantes perdas de valor das carteiras analisadas no período, tanto em termos econômicos quanto em nível de significância estatística, e caracterizando o fenômeno da underperformance, amplamente documentado pela academia, notadamente no mercado de capitais norte-americano.