O IMAGINÁRIO LUSO-AFRO-BRASILEIRO NA UMBANDA PORTUGUESA
A partir de considerações sobre os processos de transculturação da Umbanda de Omolocô procuro no seio do grupo religioso do Terreiro de Umbanda Ogum Megê em Lisboa - Portugal, discutir a textualização da memória, a (re)invenção das tradições implícitas nos textos escritos por Virgínia Albuquerque e ...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Revista de Ciências Sociais |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufc:article/41188 |
| Acceso en línea: | http://www.periodicos.ufc.br/revcienso/article/view/41188 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Sumario: | A partir de considerações sobre os processos de transculturação da Umbanda de Omolocô procuro no seio do grupo religioso do Terreiro de Umbanda Ogum Megê em Lisboa - Portugal, discutir a textualização da memória, a (re)invenção das tradições implícitas nos textos escritos por Virgínia Albuquerque e editados no Terreiro. A memória do corpo e da voz deitada na escrita permanece com seus princípios performáticos nos textos que são utilizados pelo grupo religioso. E apontam para a complexidade dos fatores envolvidosna manutenção, reprodução e inovação no que tange ao universo religioso estudado. |
|---|