Acesso negado : circuit bending, borderlands science fiction e lo-fisci-fi em Branco Sai, Preto Fica

Resumo: Branco Sai, Preto Fica (2014), de Adirley Queirós, mescla documentário e ficção científica para discutir a cidadania e os direitos civis sob a alça de mira do estado. Realizado com verba de um edital público destinado à produção de filmes documentários, o filme de Adirley Queirós recorre a t...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Suppia, Alfredo Luiz Paes de Oliveira, 1975-
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1310517
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/20.500.12733/9958
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Documentário (Cinema)
Ficção científica
Documentary (Movie)
Science fiction
Artigo original
Descripción
Sumario:Resumo: Branco Sai, Preto Fica (2014), de Adirley Queirós, mescla documentário e ficção científica para discutir a cidadania e os direitos civis sob a alça de mira do estado. Realizado com verba de um edital público destinado à produção de filmes documentários, o filme de Adirley Queirós recorre a toda sorte de circuit bending narrativo, cenográfico e de mise-en-scène no sentido de provocar o estranhamento cognitivo de cenários e situações aparentemente familiares e corriqueiros. Branco Sai, Preto Fica é também um filme fronteiriço, híbrido em termos de gênero e regime de representação, e também sua fábula se situa num território de fronteira. Este trabalho pretende analisar Branco Sai, Preto Fica à luz dos conceitos contemporâneos de circuit bending, borderlands science fiction e lo-fi sci-fi