HARRY POTTER: A INTERTEXTUALIDADE ESTRANHAMENTE FAMILIAR

A antiguidade clássica tinha por ideal a beleza. O bem falar, o bem portar-se, bem como a boa habilidade em guerrear e até mesmo a bela morte refletiram  e ainda refletem nas obras de arte. Entretanto, alguns autores buscam prender a atenção do público com a estranheza. Harry Potter é por excelência...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Rodrigues da Silveira Murizine Branco, Nathan
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Caderno Seminal Digital
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/48011
Acceso en línea:https://www.e-publicacoes.uerj.br/cadernoseminal/article/view/48011
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Harry Potter
Estranho
Beleza
Descripción
Sumario:A antiguidade clássica tinha por ideal a beleza. O bem falar, o bem portar-se, bem como a boa habilidade em guerrear e até mesmo a bela morte refletiram  e ainda refletem nas obras de arte. Entretanto, alguns autores buscam prender a atenção do público com a estranheza. Harry Potter é por excelência uma obra estranha. Este estudo busca compreender o conceito do Estranho em Freud, Benjamin e Chklovski, observando sua presença em Harry Potter como recurso para prender a atenção do jovem leitor.