Mapa geológico do Brasil: escala 1:2.500.000/1:5.000.000
O Mapa Geológico do Brasil (escalas 1: 2.500.000 e 1:5.000.000) foi executado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), com o objetivo de disponibilizar uma versão atualizada, considerando a existência de várias cartas e mapas geológicos publicados após a última edição do mapa na escala 1:5.000.000,...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | informe técnico |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) |
| Repositorio: | Repositório Institucional de Geociências - RIGEO |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rigeo.sgb.gov.br:doc/25704 |
| Acceso en línea: | https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/25704 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CARTOGRAFIA GEOLÓGICA GEOLOGIA DO BRASIL MAPEAMENTO GEOLÓGICO ESCALA 1:2.500.000 ESCALA 1:5.000.000 INTEGRAÇÃO GEOLÓGICA |
| Sumario: | O Mapa Geológico do Brasil (escalas 1: 2.500.000 e 1:5.000.000) foi executado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), com o objetivo de disponibilizar uma versão atualizada, considerando a existência de várias cartas e mapas geológicos publicados após a última edição do mapa na escala 1:5.000.000, em 2001. A elaboração teve início com a aquisição de produtos vetoriais disponíveis no SGB-CPRM em escalas variando de 1:100.000 a 1:1.000.000. Esses dados foram consolidados e simplificados para adequação à escala 1:2.5000.000, obedecendo às seguintes premissas: (i) Com base na Metodologia da Menor Área Mapeável, não representar polígonos com áreas inferiores a 156,25 km2 (equivalente a um quadrado de 12,5 km × 12,5 km); (ii) Sempre que possível, utilizar a Formação como a hierarquia menor nas unidades/ bacias fanerozoicas; (iii) Utilizar, preferencialmente as hierarquias Grupo, Complexo e Suíte nas unidades do embasamento/cristalino (Arqueano - Cambriano); (iv) Representar apenas as principais estruturas tectônicas (de 1ª ordem); (v) Priorizar a compilação de mapas preexistentes evitando novas interpretações/cartografias dos temas; (vi) Adotar, sempre que disponível, a cartografia dos mapas mais recentes em detrimento das versões anteriores; (vii) Aplicar essas premissas e metodologias em todo o território representado. A partir da consolidação cartográfica, alguns elementos puderam ser destacados: (i) Atualização da representação cartográfica dos principais compartimentos geológicos do Brasil; (ii) Com base na continuidade física observada (tanto na cartografia de superfície quanto nos levantamentos aeromagnéticos) do Lineamento Transbrasiliano e de seus ramos na Província Borborema (lineamentos Patos e Pernambuco), sugere-se que o Domínio Noroeste do Ceará seja considerado como um compartimento distinto, realçado no setor norte da província, que passaria a ser subdividida em subprovíncias Sul, Central/Transversal, Norte e Noroeste; (iii) Observa-se a continuidade física entre a Bacia Sanfranciscana e a Província Parnaíba; (iv) Notou-se também o encurvamento dos enxames de diques da Suíte Rio Ceará-Mirim, cuja orientação aproximada E-W, encaixada em embasamentos arqueanos a neoproterozoicos no Rio Grande do Norte, sofre flexão a SW no estado do Ceará, até atingir as rochas sedimentares da Formação Jaicós (Grupo Serra Grande) na borda Leste da Bacia do Parnaíba. Tal metodologia também permitiu a elaboração dos mapas geológicos das cinco regiões geográficas do Brasil na escala 1:2.500.000. |
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