Virginia Woolf: pensadora da ficção & das artes
A presente pesquisa de doutorado objetiva analisar parte da produção jornalística de Virginia Woolf (1882-1941), com vistas a investigar a tese de que a autora possa ser lida, à luz de tais escritos, como uma pensadora da ficção e das artes (mais precisamente, música, teatro e pintura). Para tanto,...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/314859 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11449/314859 https://lattes.cnpq.br/3011834881828623 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Virginia Woolf Jornalismo Pensadora Ficção Artes Journalism Fiction Arts |
| Sumario: | A presente pesquisa de doutorado objetiva analisar parte da produção jornalística de Virginia Woolf (1882-1941), com vistas a investigar a tese de que a autora possa ser lida, à luz de tais escritos, como uma pensadora da ficção e das artes (mais precisamente, música, teatro e pintura). Para tanto, a fim de melhor especificar o corpus do trabalho, selecionamos determinados artigos, resenhas e ensaios tecidos ao largo de quase quatro décadas de carreira (1904-1941), nos quais a escritora se propõe a examinar, e sobretudo a pensar, possíveis percursos interpretativos e teóricos para a literatura, a ficção e as artes. Dentre os textos que compõem a referendada seleta, citamos, a título de ilustração, as resenhas “Social England” (1904), “The Son of Royal Langbrith” (1904) e “On a Faithful Friend” (1905), bem como o ensaio “Street Music” (1905), e os artigos “The Opera” (1909) e “Impressions at Bayreuth” (1909), redigidos ainda nos anos iniciais de jornalismo de cunho profissional da inglesa. A esses escritos, somam-se produções perpetradas posteriormente, como, por exemplo, “Character in Fiction” (1924); “Modern Novels” (1919); “Modern Fiction” (1925); “Walter Sickert: A Conversation” (1934) e “Craftsmanship” (1937). Almejamos, por meio da análise do referendado material, demonstrar como Virginia fora, no decurso dos anos, imbuindo tais escrituras de aspectos particularizantes, de modo a cultivar uma artesania autoral jornalística que lhe era própria e, assim, ir se tornando uma pensadora da ficção e das artes. Com relação ao aporte teórico, recorremos a apontamentos dos pesquisadores Beth Rigel Daugherty (2022), Patrick Collier (2010), Hermione Lee (2010), Jane Goldman (2004), dentre outros. |
|---|