Avaliação das crenças sobre as práticas parentais ao recém-nascido prematuro na perspectiva das mães cuidadoras
O presente estudo objetivou avaliar as crenças sobre as práticas parentais ao recémnascido prematuro na perspectiva das mães cuidadoras de bairros periféricos da cidade de Guanambi/BA. Trata-se se um estudo de caráter exploratório com abordagem qualiquantitativa. Foram entrevistadas 30 mães de recém...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ambar:tede/3956 |
| Acceso en línea: | https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/3956 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | prematuridade; cuidados parentais; enfermagem neonatal. prematurity; parental care; neonatal nursing. CIENCIAS DA SAUDE |
| Sumario: | O presente estudo objetivou avaliar as crenças sobre as práticas parentais ao recémnascido prematuro na perspectiva das mães cuidadoras de bairros periféricos da cidade de Guanambi/BA. Trata-se se um estudo de caráter exploratório com abordagem qualiquantitativa. Foram entrevistadas 30 mães de recém-nascido prematuro, cadastradas na Unidade Básica do Município de Guanambi/BA. Foram aplicados três questionários: um sociodemográfico, crenças sobre as práticas parentais e um instrumento qualitativo. Os dados foram avaliados com uso de estatística descritiva e comparativa. Os resultados identificaram que os fatores sociodemográficos e a prematuridade apresentam influência na adoção de práticas parentais específicas para cada contexto. As principais práticas adotadas pelas mães estudadas foram o contato face a face, com a média de 8,5 (+2,6), e a estimulação corporal, com 6,8 (+0,8) pontos. As mães foram as que mais cuidaram dos seus filhos em domicílio (36,7%), seguidas das avós (26,7%). A frequência de consultas de pré-natal foi de 93,3%, mas 70,0% nunca participaram de nenhum tipo de grupo de apoio e troca de experiências. As principais orientações dadas às mães durante o pré-natal foram sobre vacinas (73,3%). As orientações oferecidas durante o pré-natal foram classificadas pelas mães como muito importantes (83,3%), porém elas não identificaram nenhum profissional responsável por promover o elo entre a família e a ESF. Mais da metade (56,7%) das participantes não se sentiram preparadas para cuidar dos seus filhos em domicílio, pois sentiram medo (53,3%) e insegurança (33,3%). As mães não perceberam contribuição relevante por parte da ESF (66,6%); relataram interferências dos familiares quanto aos cuidados ao recém-nascido, porém viram tal interferência como positiva (33,0%). Concluiu-se que os contextos sociais, culturais, ambientais e, sobretudo, a prematuridade, interferiram na adoção de estilos parentais e percepção da parentalidade. Ressalta-se a necessidade de novos estudos para ampliação do conhecimento que subsidiem políticas públicas efetivas com ênfase no cuidado ao recém-nascido prematuro e o contexto em que estão inseridos. |
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