Correlation between presence of Leishmania RNA virus 1 and clinical characteristics of nasal mucosal leishmaniosis.
Introdução: A leishmaniose de mucosa (LM) é uma forma clínica grave da leishmaniose. Fatores complexos ligados ao parasita e ao hospedeiro são atribuídos ao desenvolvimento das lesões de mucosa. Leishmania RNA Vírus 1 (LRV1) pode subverter a resposta imune, podendo ser o principal determinante da gr...
| Autores: | , , , , , , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/12593 |
| Acceso en línea: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/12593 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Leishmaniose mucocutânea Leishmaniose Leishmania braziliensis Leishmania guyanensis Leishmania vírus Leishmaniosis mucocutaneous Leishmaniosis Leishmania virus |
| Sumario: | Introdução: A leishmaniose de mucosa (LM) é uma forma clínica grave da leishmaniose. Fatores complexos ligados ao parasita e ao hospedeiro são atribuídos ao desenvolvimento das lesões de mucosa. Leishmania RNA Vírus 1 (LRV1) pode subverter a resposta imune, podendo ser o principal determinante da gravidade da doença e deve ser pesquisado. Objetivo: Estudar a existência de diferenças clínicas entre pacientes portadores de LM com endosimbiose por LRV1 e as que não possuem. Método: Foi realizado um estudo de coorte histórica com corte transversal com avaliação clínica, detecção da Leishmania por técnica de PCR, classificação da espécie e pesquisa de LRV1. Foram incluídos na análise da pesquisa somente os pacientes com diagnóstico confirmado de LM com PCR positivo, com lesão de mucosa nasal. Resultados: Dos 37 pacientes, 30 (81,1%) foram diagnosticados com L. braziliensis, 5 (13,5%) com L. guyanensis e 2 (5,4%) com infecção mista de L. braziliensis e L. guyanensis. O vírus LVR1 estava presente em 26 casos (70,3%). Conclusão: A correlação entre o fenótipo clínico e a presença do LRV1 não foi constatada, porém a frequência do vírus é duas vezes maior em lesão de mucosa do que encontrado em trabalho, da mesma região, sobre lesão cutânea. |
|---|