AVALIAÇÃO EXTERNA ENQUANTO APARELHO HEGEMÔNICO
O presente artigo traz uma discussão a cerca da avaliação externa enquanto aparelho estatal a serviço do neoliberalismo. A gênese e as intenções ideológicas do Estado avaliador que surgem a partir da adequação a padronizações internacionais ligadas principalmente ao desenvolvimento político e econôm...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Revista Tópicos Educacionais (Recife. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:oai.periodicos.ufpe.br:article/22368 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufpe.br/revistas/topicoseducacionais/article/view/22368 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Avaliação externa Neoliberalismo Estado hegemônico |
| Sumario: | O presente artigo traz uma discussão a cerca da avaliação externa enquanto aparelho estatal a serviço do neoliberalismo. A gênese e as intenções ideológicas do Estado avaliador que surgem a partir da adequação a padronizações internacionais ligadas principalmente ao desenvolvimento político e econômico desenham um quadro mercantilista da educação. Baseado no estudo da Terceira Via desenvolvido por Neves (2005) é traçada uma análise a cerca da forte influencia dos aparelhos hegemônicos na educação e da repercussão prática na escola são as principais discussões presentes nesse trabalho. Os principais referenciais teóricos são: Andrioli (2002), Mészáros (2002), Frigoto (2003), Neves (2005) Fonseca e Oliveira (2009), Lôrdelo e Dazzani (2009) e Rizek (2010). |
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