A macumba virou maldição – Apontamentos sobre ritos religiosos de matriz africana em uma matéria da revista Placar
Durante uma incursão nas páginas da revista Placar[1][2], acessei uma matéria que me chamou a atenção, com o título “A Macumba virou maldição (…) Era trabalho forte demais: o Santa não resistiu” que abordava a derrota do Santa Cruz (PE) para o Bahia (BA)[3] em partida válida pela Taça de Prata[4] do...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/60599 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/1843/60599 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cultura Negra Religiões de Matrizes Africana Revista Placar Cultura Negra e identidades Religiões |
| Sumario: | Durante uma incursão nas páginas da revista Placar[1][2], acessei uma matéria que me chamou a atenção, com o título “A Macumba virou maldição (…) Era trabalho forte demais: o Santa não resistiu” que abordava a derrota do Santa Cruz (PE) para o Bahia (BA)[3] em partida válida pela Taça de Prata[4] do ano de 1981, pela segunda fase da competição e daria acesso às oitavas de final daquele campeonato. O time baiano havia perdido o jogo de ida por 4 x 0, resultado que dava ao time pernambucano a oportunidade de perder por até de 3 gols de diferença, além da vantagem do empate, mas ocorreu uma vitória histórica na partida da volta e o Bahia conseguiu a classificação ao vencer por 5 x 0. |
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