Teleaudiologia: Treinamento Auditivo para novos usuários de aparelhos de amplificação sonora individual

Introdução: Com a evolução tecnológica dos aparelhos de amplificação sonora individuais (AASI), esperava-se que mais pessoas com perda auditiva pudessem beneficiar-se do uso destes dispositivos; entretanto, ainda há indivíduos que não fazem uso. Uma possível solução para esta necessidade é o Treinam...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Vianna, Gabriela Bezerra
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-10032025-163230
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-10032025-163230/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Auditory perception
Auxiliares de audição
Cooperação e adesão ao tratamento
Hearing aids
Hearing loss
Percepção auditiva
Perda auditiva
Reabilitação
Rehabilitation
Telehealth
Telemedicina
Treatment adherence and compliance
Descripción
Sumario:Introdução: Com a evolução tecnológica dos aparelhos de amplificação sonora individuais (AASI), esperava-se que mais pessoas com perda auditiva pudessem beneficiar-se do uso destes dispositivos; entretanto, ainda há indivíduos que não fazem uso. Uma possível solução para esta necessidade é o Treinamento auditivo (TA) o qual é capaz de treinar as habilidades auditivas na tentativa de minimizar os déficits funcionais apresentados pelo indivíduo. A falta de adesão às terapias, por dificuldade de locomoção, distância e dependência de outras pessoas para levar até o local, nos faz pensar que o TA a distância seria uma ótima opção para sanar esta questão. Objetivo: Desenvolver e avaliar a efetividade de um programa de TA a distância para novos usuários de AASI. Métodos: Participaram 20 indivíduos adultos e idosos adaptados com AASI que foram distribuídos randomicamente em dois Grupos: Grupo controle (GC), que não realizou o TA e Grupo Estudo (GE), que participou do TA. Foram realizados: questionário HHIA/HHIE-S e testes para avaliação de processamento auditivo central (PAC) Gaps-In-Noise, Teste de Padrão de Frequência e Teste de sentenças no ruído (limiar de reconhecimento de sentença no ruído- LRSR e índice percentual de reconhecimento de sentenças no ruído-IPRSR) no momento da adaptação e após oito semanas. Resultados: Não houve diferenças estatisticamente significantes nos resultados dos testes de PAC para o GE e GC, comparando-se as duas avaliações e os grupos avaliados. O efeito do uso do AASI associado ou não ao TA mostrou melhora significativa quanto ao handicap dos usuários. Quanto ao LRSR e resultados dos questionários, observamos correlação mais forte entre as variáveis comparando-se a avaliação e reavaliação apenas para o grupo com TA. Conclusão: Houve melhora do handicap auditivo para os dois grupos, independente do TA. No entanto, a correlação entre o LRSR e a pontuação do questionário para o grupo que passou por TA sugere que estes indivíduos apresentaram maior satisfação com o AASI de forma mais consistente. Desta forma, o TA a distância se mostrou uma ótima opção de reabilitação facilitando a adesão à intervenção