In search of a theoretical synthesis: Talcott Parsons and the theory of action
A presente tese visa oferecer uma reconstrução teórica da teoria da ação, entendida aqui como uma espécie de quadro geral de referência, mas também como um programa de pesquisa nas ciências humanas. O problema de investigação aqui abordado é o de esclarecer sua extensão e seus limites. O argumento g...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/239037 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/239037 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Parsons, Talcott, 1902-1979 Teoria da ação Teoria sociológica Metateoria Sociologia Theory of action Sociological theory Metatheory |
| Sumario: | A presente tese visa oferecer uma reconstrução teórica da teoria da ação, entendida aqui como uma espécie de quadro geral de referência, mas também como um programa de pesquisa nas ciências humanas. O problema de investigação aqui abordado é o de esclarecer sua extensão e seus limites. O argumento geral da tese é que esta tradição intelectual remonta mais longe do que Parsons imediatamente apontou em sua primeira tentativa de síntese, podendo ser retraçada em suas origens até a filosofia crítica de Kant; do ponto de vista de seus desenvolvimentos, ela se estende até a sociologia contemporânea, mas também encontra aí limites, que se devem a sua demasiada ênfase na divisão instrumental-normativa e acabam por requer assim algumas reformulações adicionais. A fim de sustentar este argumento, o presente trabalho é dividido em quatro capítulos: (1) o primeiro aborda a questão da metateoria a fim de situar os procedimentos e os objetivos da presente reconstrução; (2) o segundo trata das origens intelectuais da teoria da ação, que abrange as contribuições provenientes da sociologia clássica, especialmente Durkheim e Weber, e seu quadro de referência neokantiano; (3) o terceiro reconstrói com mais detalhes o desenvolvimento da primeira grande síntese da teoria da ação, a chamada teoria da ação "voluntarista", como proposta inicialmente por Talcott Parsons; (4) o quarto e último capítulo analisa alguns desenvolvimentos da teoria da ação e os desafios provenientes de debates recentes realizados por autores como Alexander, Münch, Joas e outros. |
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