MODELAGEM E SIMULAÇÃO NUMÉRICA DA RESISTÊNCIA DA SUPERESTRUTURA DE ÔNIBUS RODOVIÁRIO UTILIZANDO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS
A obrigatoriedade imposta aos fabricantes de veículos, principalmente os detransporte coletivo como ônibus, para realização testes de segurança visando a proteção do condutor e passageiros, é uma realidade perante a legislação brasileira. Diante disso, este trabalho apresenta um estudo de três confi...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de Brasília (UnB) |
| Repositorio: | Revista Interdisciplinar de Pesquisa em Engenharia |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/21234 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.unb.br/index.php/ripe/article/view/21234 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Simulação Segurança Veicular Elementos Finitos Ônibus Rodoviário Resolução Contran nº 445 |
| Sumario: | A obrigatoriedade imposta aos fabricantes de veículos, principalmente os detransporte coletivo como ônibus, para realização testes de segurança visando a proteção do condutor e passageiros, é uma realidade perante a legislação brasileira. Diante disso, este trabalho apresenta um estudo de três configurações de simulações numéricas computacionais utilizando a técnica de elementos finitos para avaliar a resistência da superestrutura de um ônibus rodoviário (categoria M3 segundo o Código de Trânsito Brasileiro), submetido ao ensaio de pêndulo segundo Resolução Contran nº 445 (2013), equivalente o Regulamento UNECE No. 66. Uma seção da carroceria foi modelada via método de elementos finitos (MEF) utilizando três tipos de entrada (força concentrada, força distribuída e deslocamento direto) para analisar a deformação da estrutura em pontos pré-definidos, de acordo com a regulamentação europeia (UNECE). Para cada configuração modelada foram realizadas simulações com análise quase-estática estrutural não linear no ANSYS®, para obtenção dos deslocamentos nos pontos de interesse. Foi avaliado também o espaço residual resultante, a partir de um contorno criado a partir de dois planos transversais verticais no interior do veículo, pois a não invasão do mesmo pela estrutura deformada é o que garante a segurança exigida. Após análise dos resultados, o modelo computacional que utiliza como entrada a aplicação direta de deslocamento na estrutura se mostrou o mais adequado para a finalidade aqui proposta. |
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