FATORES QUE INFLUENCIAM A PRODUTIVIDADE DOS POÇOS NAS ROCHAS CRISTALINAS DA BACIA DO RIO JUNDIAÍ (SP)

Nas últimas décadas, a crescente demanda por água vem incentivando a pesquisa para se obter poços mais produtivos em terrenos cristalinos, onde a percolação da água subterrânea depende de vários fatores...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Neves, Mirna A., Morales, Norberto
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Institución:Associação Brasileira de Águas Subterrâneas
Repositorio:Águas Subterrâneas (São Paulo. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.aguassubterraneas.abas.org:article/23001
Acceso en línea:https://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/23001
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:produtividade
rochas cristalinas
Jundiaí.
Descripción
Sumario:Nas últimas décadas, a crescente demanda por água vem incentivando a pesquisa para se obter poços mais produtivos em terrenos cristalinos, onde a percolação da água subterrânea depende de vários fatores. Dentre os fatores mais investigados como controladores da produtividade dos poços neste contexto hidrogeológico estão: a profundidade, os litotipos, a presença e espessura de coberturas sedimentares e manto de intemperismo, olandform as estruturas geológicas e a tectônica. Este trabalho investiga a influência destes fatores na produtividade dos poços que explotam o Sistema Aqüífero Cristalino na bacia do rio Jundiaí, Sudeste do Brasil. A bacia está assentada, em grande parte, sobre o Embasamento Pré-Cambriano e, recobrindo estas rochas, ocorrem coberturas sedimentares cenozóicas. Os resultados mostram que os depósitos sedimentares e o manto de alteração são importantes para a obtenção de poços produtivos, mas também é necessário que exista uma rede de fraturas abertas para que a produtividade seja mantida. Os locais que apresentam maiores possibilidades de se encontrar este tipo de estrutura são as zonas de cisalhamento e as zonas de falhas regionais e outras estruturas menores de direção NW-SE e E-W que caracterizam áreas sujeitas a esforços transtrativos neotectônicos.