O insólito na literatura e a cosmovisão africana
O objetivo deste trabalho é destacar os posicionamentos dos estudiosos africanos Harry Garuba, escritor, poeta e professor da Universidade de Cape Town, na Ãfrica do Sul, e de Wole Soynka, escritor, poeta nigeriano e professor de literatura, sobre a classificação dos textos africanos em categorias...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Uberlândia (UFU) |
| Repositorio: | Letras & letras (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/27411 |
| Acceso en línea: | https://seer.ufu.br/index.php/letraseletras/article/view/27411 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | insólito ficcional categorias literárias realismo animista cosmovisão africana |
| Sumario: | O objetivo deste trabalho é destacar os posicionamentos dos estudiosos africanos Harry Garuba, escritor, poeta e professor da Universidade de Cape Town, na Ãfrica do Sul, e de Wole Soynka, escritor, poeta nigeriano e professor de literatura, sobre a classificação dos textos africanos em categorias literárias europeias e americanas. No presente texto, apresentaremos o realismo animista, de acordo com Harry Garuba (2012), expressão que define a produção literária que advém de um "inconsciente animista". Trata-se de uma expressão que aqui será aproximada à ideia de "cosmovisão africana", defendida por Wole Soynka (1976). Nesse sentido, empreendem-se análises de textos africanos à luz dos conceitos que emanam de estudos teóricos do próprio continente africano, com o objetivo de evidenciar as diferenças e, assim, evitar o silêncio das vozes e o apagamento das narrativas literárias que constituem a memória do continente. |
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